UM OBRIGADO MUITO ESPECIAL À SINTRABIKE!!!!!

Toda a escola agradece à loja de bicicletas Sintrabike, em Mem Martins, por ter cedido à Unidade de Ensino Estruturado duas biciletas de BTT, tal como a sua manutenção. Um abraço sentido e terno por tamanha nobreza de espírito! :) :) :) :) ...

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

“ Porquê tanta publicidade?”


Texto de opinião
                                      “ Porquê tanta publicidade?”
  Porquê tanta publicidade? Já pensaram nisso?!?
          Hoje em dia, a publicidade é abundante nas nossas vidas, desde carros, viagens, comida, até desportos, entre outros, toda ela se encontra na nossa vida pública e pessoal.
  Mal ligamos a televisão, assistimos a competições entre publicidade a produtos/serviços rivais. Chega a ser bastante aborrecida! No entanto, é óbvio que precisamos de alguma para nossa informação pessoal e para nosso benefício diário. É o caso da publicidade a promoções alimentares, higiénicas e do vestuário, que são muitos úteis, atualmente, em tempos de crise.
          Por outro lado, é bastante repetitiva e muito extensa, o que nos perturba bastante quando estamos a assistir ao nosso programa preferido e, de repente, temos intervalo com imensa publicidade!
  Podemos mudar o que não gostamos? Talvez não o possamos fazer, mas é necessário que a publicidade, na televisão, não ocupe tanto tempo, para que as pessoas não percam o interesse nos programas que realmente interessam.
 Enfim, a publicidade existe…  

Os alunos do 8ºB
                                                                                                           
                                                                                                          

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Texto de opinião


Um texto de opinião sobre um tema à escolha dos alunos… e o João Martins, nº15, da turma A do 8ºano escreveu:

Eutanásia
Morte… o que é a morte?
Desde o velho ao novo, todos pensamos como será a morte. Uns pensam que vão para o céu, outros pensam que entram em paz e outros, como eu, pensam que é um ciclo, voltamos sempre a nascer, só que noutra forma: chamamos-lhe reencarnação.
Certezas não há. Ao certo, só sabemos que esse dia vai chegar. Queremos todos morrer em paz, sem sofrimento. A chamada “morte santa”. Nem sempre é assim! Deverá a pessoa ter direito a escolher quando deve viver? Não será egoísmo manter alguém a sofrer contra a sua vontade? Ou porque a sua religião não o permite?
Eu acho que não devemos banalizar a morte. Mas compreendo uma pessoa que se encontre em sofrimento extremo ou se encontre numa situação vegetal … tem o direito de optar se quer viver ou morrer. Em todos os países, a lei deveria permitir a escolha em situações limites, salvaguardando sempre não banalizar a morte.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Menino de 11 anos descobre restos de mamute no norte da Rússia


MOSCOU — Um menino de 11 anos descobriu os restos de um mamute em um estado de conservação excepcional enquanto passeava com seu irmão às margens do rio Yenisei, no norte da Rússia, informou nesta sexta-feira à AFP um cientista especialista neste paquiderme extinto há vários milhares de anos.
A descoberta, divulgada esta semana, aconteceu em agosto, perto do Golfo de Yenisei, às margens do Oceano Ártico, na península de Taimyr, onde o animal foi preservado no permafrost, explicou Alexei Tikhonov, diretor do museu zoológico de São Petersburgo.
"Um menino de 11 anos de idade, Jenia Evgueni Salinder, passeava junto com seu irmão às margens do Yenisei. Ele sentiu um cheiro desagradável e viu algo que sobressaía: eram as patas do mamute", contou Tikhonov.
"Este é um espaço aberto onde as tempestades causam a erosão da margem do rio e, por isso, o mamute foi libertado", acrescentou o especialista.
"O esqueleto está quase completo, inclusive se pode ver o coração inteiro na caixa torácica. Pode-se dizer que é o mamute do século", afirmou o cientista, estimando que o valor da descoberto só é superada por um exemplar encontrado em 1901.
Tikhonov acredita que a causa da morte do mamute tenha se devido ao fato de o paquiderme ter perdido uma de suas defesas.
"Aos 15 anos, os mamutes entravam no período de reprodução e a matriarca os excluía da manada. Esta é a idade mais difícil, com uma grande quantidade de estresse, uma importante taxa de mortalidade. Assim acontece com os elefantes", explicou.
Os restos do mamute foram levados de helicóptero a Dudinka, principal cidade da península de Taimyr, onde é mantido em um depósito escavado no solo congelado, afirmou o diretor do museu zoológico.
"Temos a intenção de levá-lo para São Petersburgo ou para Moscou para estudá-lo", acrescentou.
"Demos ao mamute o nome do menino que o encontrou, Jenia", acrescentou.
O menino que fez a descoberta pertence a uma família de nômades autóctones, os Nenets.
"São pessoas das tundras, caçadores ou pescadores que têm uma vida difícil. A mãe do menino morreu há pouco tempo dando à luz. Esperamos que sua família receba uma recompensa", afirmou Tikhonov.

Nasceu a primeira cria de gorila no Zoo de Lisboa

Parabéns ao zoo de Lisboa e à mamã gorila.

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Nasceu a primeira cria de gorila no Zoo de Lisboa

quinta-feira, 14 de junho de 2012

V Campeonato de Cálculo Mental

Parabéns a todos os selecionados a participar no V Campeonato de Cálculo Mental mas em especial aos 3 primeiros classificados.
Da esquerda para a direita: 2º lugar,Pedro Castelo (6B); 3º lugar,Duarte Fernandes(5A); 1º lugar, Dinis Santos(5A).

domingo, 27 de maio de 2012

Almas no espelho


 Hoje acordei e senti uma vontade enorme de ir para a rua de pijama e pantufas, gritar, saltar, cantar, enfim… ser livre.
 Falando em «ser livre», acho que é um bom tema para começar este texto, ou história, ou desabafo, ou aquilo que lhe quiserem chamar.
 Sei perfeitamente que não posso sair à rua de pijama e andar por aí a cantarolar. Isso seria liberdade. Mas então, se toda a gente fala no tumblr.com em «Young, wild and free», sair à rua de pijama é seguir esse lema. Mas se realmente o fizermos vamos ser gozados, olhados de lado e tratados como malucos. Aí está onde eu quero chegar: não sairíamos à rua de pijama, a cantarolar por tudo quanto é lado, porque seríamos vítimas das crueldades da sociedade.
 Às vezes ponho-me a pensar quem são estas pessoas da «sociedade». Mas, do pouco que já vivi até agora, percebi que a sociedade é apenas um espelho do ser humano. De almas impuras, invejosas e fúteis.
 E se a sociedade são todos os seres humanos, se ao fim ao cabo somos todos iguais (sim, não são só os homens, quando as mulheres dizem «Os homens são todos iguais…» Sinceramente, e como vi certa vez no Facebook, se os homens são todos iguais, por que é que as mulheres demoram tanto tempo a escolher um?!), porque é que não nos tratamos de igual para igual?! Para quê gozar, maltratar, embirrar e odiar?!
 Sei que estou ainda muito perto do início da minha vida, mas se há coisa que eu sei é que quando morrermos, oh, quando morrermos somos todos iguais uns aos outros: corpos sem alma, sem acessórios, nem riquezas. Aí aceitamos a pura e dura verdade da nossa existência.
 Então, e se tudo o que escrevo é verdade, para quê tanta esquisitice?!
 As pessoas têm MESMO de aprender o verdadeiro significado da palavra «igualdade»…
 O mais triste é que, quando se olham ao espelho, nem são capazes de reconhecer a sua própria alma, o seu próprio «eu», a crueldade da sua existência. Mas isso não é problema do espelho: ele apenas mostra por fora.
 É verdade que o espelho é o maior mentiroso que por aí anda. Ele não mostra o que somos por dentro. Provoca depressões, alta gravidade de egocentrismo e tem o maior poder do Mundo: faz com que as pessoas se enganem a elas próprias.
 Acho que não há nada mais triste do que ver uma pessoa ser enganada pelo espelho.
 Cabe a cada uma de nós, aceitar a «crueldade» da nossa existência. Mas mais importante que tudo: cabe a cada um de nós vencer a barreira entre o espelho e o eu, e NUNCA mas NUNCA deixarmo-nos vencer por um bocado de vidro. Porque afinal, como naquela música da Kelly Clarkson, «What doesn’t kill you makes you stronger».



Marisa, 7ºA

quinta-feira, 24 de maio de 2012

23 de maio - inauguração do CRE Maria Amélia Almeida

CLICA NA IMAGEM

Acantonamento 6º ano


   A minha avaliação
            

Há muito tempo que esperava pelo acantonamento do 6.º ano. Estar sozinho com os meus colegas, fazer coisas novas e diferentes.
            Foi muito bom o acantonamento na Colónia de Férias da Praia Azul. Gostei de ir de autocarro, de estar com os meus colegas, conhecer alunos de outras turmas, conviver com os professores fora do ambiente escolar e conhecer novas pessoas.
            Gostei das actividades que fizemos na colónia e na praia. Só tive pena de não poder ir nadar no mar, mas compreendo que não podíamos porque éramos muitos e, por isso, era complicado controlar todos os alunos.
            Foi muito importante conviver com os meus colegas fora da escola num ambiente descontraído de férias. Foi bom, também, estar longe de casa e ser responsável.
            Também gostei de partilhar a comida com os meus colegas de turma e dormir com eles nos beliches do mesmo quarto. Foi muito divertido!


Nome: Rafael Durão Olim Turma 6.º D  n.º 19  




                                 
                                     
                                    A minha avaliação

Eu gostei imenso deste acantonamento, das experiências e vivências que estes dois dias nos proporcionaram, algumas das quais lembraremos ao longo das nossas vidas.
Os nossos colegas estão cheios de curiosidade e nós queremos contar-lhes sobre os dias em que não estivemos juntos, as pessoas e os locais novos que conhecemos e todas as experiências por que passámos.
Durante estes dois dias conhecemos coisas novas e talvez tínhamos feitos novos amigos.
Cada vez mais, os nossos amigos parecem ocupar um lugar especial na nossa vida.

Carlos Silva - Turma 6ºC, Nº 3

Projeto EcoEscolas - 5ºB, vencedor da campanha das rolhas